A delicadeza custa pouco e vale muito.
A demasiada afeição cega a razão.
A descer todos os santos ajudam.
A desconfiança e a sentinela dão segurança.
A desgraça de quem pede, é estar sujeito a quem tem.
A desgraça de uns, é o bem dos outros.
A desgraça do pobre é, querer imitar o rico.
À desgraça ninguém foge.
A desgraça vem sem ser chamada.
A Deus, nada é impossível.
A Deus poderás mentir, mas não enganar.
A dignidade é muito comoda.
A dívida é o primeiro herdeiro.
A doçura do proveito, tira a dor ao dono.
A doença, é o celeiro do médico.
A gastador nunca faltou que gastar.
A generosidade consiste em dar, sem que nos peçam.
A gente conta o milagre, mas não diz o nome do santo.
A gente hoje em dia, não sabe em quem confia.
A gente não come a terra, mas a terra come a gente.
A gente sabe onde nasce, mas não sabe onde morre.
A gente só se lembra de santa Barbera quando troveja.
A gente vê caras, mas não vê corações.
A grandes personagens, poucas palavras.
A grão e grão, enche a galinha o papo.
O guia de um cego, não pode ser outro.
A gulodice mata mais gente que a espada.
A homem sem palavra, não lhe fies uma sede de água.
A honestidade é a melhor política.
A honra é a bússola dos homens de bem.
A hora de comer, é a mais pequena.
A hora é incerta, mas a morte é certa.
A hospede comedor, mais água que sopa.
A idade não perdoa.
A ignorância do bem, é a causa do mal.
A ignorância, é má conselheira.
A ignorância é um mal, mas não contagioso.
A fé remove montanhas.
A felicidade está, onde cada um a põe.
A felicidade tem asas como o tempo.
A ferrugem gasta o ferro.
A fiar e a tecer, ganha a mulher para comer.
À filha do rico, não toques no vestido.
A fome e a sede, põe a lebre a caminho.
A fome é negra.
A fome é boa cozinheira.
A fome faz sair o lobo do mato.
A fome não tem lei, nem faz bom cabelo.
A fartura é como o vidro, tanto brilha como quebra.

Crasto 05/08/18 Graciano Teixeira. Escrevi-os mas não sou o autor.

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