A paciência vence todos os obstáculos.
A pai ganhador, filho gastador.
A palavra é como a flexa, despedida não volta.
A palavras loucas, orelhas moucas.
A pão de quinze dias, fome de três semanas.
A nódoa que põe a amora, com outra verde se tira.
A noite é boa conselheira.
A noite é mãe dos pensamentos.
A noite é uma só, os dormidores é são muitos.
A noite é para dormir e o dia para descansar, só para alguns.
À noite todos madrugam.
A nossa maior ignorância está, em nos ignorarmos.
A noz e a castanha, é de quem a apanha.
A nuvem passa, mas a chuva fica.
A obrigação, antes da devoção.
A ocasião faz o ladrão.
A ociosidade, é a mãe de todos os vícios.
A ociosidade é a raiz de todo o mal.
A opinião pública, nem sempre é certa.
A outra porta, que esta não se abre.
A ovelha procura a sua parelha.
A ovelha que berra é bocada que perde.
A ovelha pior do rebanho, é a primeira que espirra.
A ovelha mansa mama na sua teta e na alheia.
A mulher é um demónio em carne.
A mulher honrada sempre deve estar calada.
A mulher antes que rica seja, quanto mais tem, mais deseja.
A mulher, não vai alem de fêmea.
À mulher, nenhum espelho chama feia.
A mulher, o fogo e o mar, são três males.
A mulher que muito bebe, tarde paga o que deve.
A mulher que perde a vergonha, nunca mais a encontra.
A mulher ri quando pode, mas chora quando quer.
A mulher adoece e sara quando quer.
A mulher sem pôr o pé, faz pegada.
A murmuração passa, o dinheiro fica.
A natureza, com pouco se contenta.
A natureza criou os prazeres, o homem criou os excessos.
A natureza do homem, é querer e não querer.
A navio roto, todos os ventos são contrários.
A necessidade, é boa conselheira.
A necessidade é, inimiga da virtude.
A necessidade é mestra da vida.
A necessidade, faz saltar o sapo.
A necessidade, faz os homens espertos.
A nenhum coxo esquecem as muletas.
A nobreza adquire-se vivendo, não nascendo.
Crasto 06/08/18 Graciano Teixeira. Escrevi-os mas não sou o autor.
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