À porta do farol faz escuro.
À porta do surdo, bate à vontade.
A portas arrombadas, varões de ferro.
Pouco dinheiro, pouca saúde.
A prática ensina mais que os livros.
A precaução, vale mais que a cura.
A preguiça anda tão devagar, que a pobreza logo a alcança.
A preguiça começa nas teias de aranha e, acaba nas grades da cadeia.
A preguiça é, a chave da pobreza.
A preguiça é a mãe de todos os vícios.
A preguiça começa bem, mas acaba mal.
A preguiça morreu de sede, à beira da água.
A preguiça nunca manteve bons criados.
A preguiça tudo dificulta, o trabalho, facilita.
A pergunta apressada, resposta demorada.
A pergunta disparatada, não se dá resposta.
A pressa é, a mãe do imperfeito.
A pressa só é útil, para apanhar moscas.
A primeira machadada, não derruba a arvore.
À primeira, qualquer cai, à segunda cai quem quer.
A primeira tem graça, a segunda é chalaça.
A princípio tudo é bom.
A prosperidade dos maus, nunca durou muito.
A providência divina, até os bichinhos sustenta.
A passo e passo caminha-se muito.
A paz é, dom de Deus.
A pé de pobre, todo o calçado serve.
A pedra e a palavra depois de lançada, não volta a trás.
A pensar, morreu um burro.
A pequeno passarinho, pequeno ninho.
A pera madura cai ao chão.
A perder tempo, não se ganha dinheiro.
A perna faz o que o joelho quer.
A perseverança é a mãe do sucesso.
A perseverança tudo alcança.
A pescada em janeiro, vale mais que carneiro.
A pinta que o galo tem, o pinto nasce com ela.
A pior cunha, é a do mesmo pau.
A pior gente do mundo, são os homens e as mulheres.
A pior roda é sempre a que chia.
A pior tenda, é sempre melhor que a melhor memória.
A pobre não prometas, e a rico não devas.
A pobreza não é vergonha.
A poder de perguntar, se chega a Roma.
A poesia é, a música da alma.
À porta do açougue está o diabo feito vaca.
A paciência abranda a dor.
A paciência é amarga, mas o seu fruto é doce.
A paciência é o porto das misérias.
A paciência é um tesouro oculto.
Crasto 05/08/18 Graciano Teixeira. Escrevi-os mas não sou o autor.
Deixe um comentário