A fortuna muda as feições.
A fruta proibida, é mais apetecida.
A galinha da minha vizinha é mais gorda que a minha.
A galinha velha faz bom caldo.
A ganhar se perde e, a perder se ganha.
A força dos tiranos está toda na paciência dos povos.
A fome boceja, a fartura arrota.
A festa quer véspera.
A ferida do amor quem a dá a cura.
A ferro quente, malhar de repente.
A mosca adora a porcaria.
A muita felicidade, é parvoíce.
A mulher boa, é meiga.
À mulher brava, Corda larga.
A mulher de bom recado, enche a casa até ao telhado.
A mulher dum cego, para quem se enfeita.
A mulher e a cabra, não se devem deixar à larga.
A mulher e a Cereja, para seu mal se enfeitam.
A mulher e a pega, a que cala, é boa.
À mulher e à vinha, o homem lhe dá alegria.
A mulher muda mais depressa que o vento.
A mulher e o melão, o calado é o melhor.
A mulher e o rapaz, são pouco amigos de paz.
A meninos e santos do altar, não prometas para faltar.
A mentira, tem as pernas curtas.
A mentiroso, boa memória.
A minha estrela assim o quis.
A minha filha hei-de casar, se a minha vizinha deixar.
A moça como é criada, a estopa como é fiada.
A moça má, torna a ama brava.
A mocidade é um defeito, que se corrige dia a dia.
A modéstia, atrai a benevolência, a vaidade afugenta-a.
A montanha pariu um rato.
A morte a todos iguala.
A morte é a coroa de todos na terra.
À morte e à sorte, ninguém foge.
A morte é, o fim da vida.
A morte liquida todas as coisas.
A economia é, a base da riqueza.
A escova da loja, é a mão do caixeiro.
A esperança do descanso, alivia o trabalho.
A esperança é o sonho, dum homem acordado.
A esperança, é uma virtude.
A estrela brilha, atrás das nuvens.
A experiência, gera a desconfiança.
A experiência vale mais que a ciência.
A falar é que a gente se entende.
A falta de cuidado é mais nociva, que a do saber.

Crasto 05/08/18 Graciano Teixeira. Escrevi-os mas não sou o autor.

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